sábado, janeiro 06, 2001

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sexta-feira, janeiro 05, 2001

Charlene Barchefsky, principal negociadora comercial norte-americana da administração Clinton afirmou que o USA desejam que a ALÇA seja lançada antes de 2003. Segundo ela, com a futura administração Bush, os eforços para firmar a ALÇA. Ainda segundo ela, o acordo de comercio bilateral com o Chile será o modelo a ser seguido na América Latina.

O governo de Bush será marcada logo nos seus primeiros dias por uma crise de legitimidade sem precedentes: com a contagem dos votos na Florida posta sob suspeita, os movimentos radicais que se abrigam sob o Partido Democrata farão de tudo para levar essa recontagem adiante e questionar a decisão da suprema corte. Afinal, toda organização que se abriga sob o disfarce do "politicamente correto", aspira verbas do governo para seus programas, verbas que ficarão escassas com Bush ( não se esqueçam do lema do USA: the bussinesses of América is bussiness itself ). Essa onda poderá repercutir no congresso que estará atento para as eleições de 2002. Enfim, o terreno da política interna estará minado para Bush nesses dois primeiros anos.
A única escapatória para Bush ganhar legitimidade e se afirmar como presidente é o campo da política externa do USA. Graças à constituição americana, o presidente é chefe supremo das forças armadas e tem poder de dirigir a política externa do país sem consultas prévias ao congresso.
A indicação que Bush terá na política externa o seu principal foco de atuação nos primeiros anos fica evidente pela escolha do primeiro nome do seu staff: Colin Powel. Ele e o vice presidente Dick Cheney, foram pessoas chaves na administração do seu pai durante a guerra do Golfo e na criação do "A.L.C.A". Esses dois sujeitos são conhecidos como "pesos pesados" em assuntos de política externa, pregam que o USA devem empregar todo o seu poder econômico e militar para fazer valer seus interesses.
Fica a pergunta, onde Bush poderá atuar logo no início do seu mandato? Duas possibilidades se tornam quase evidentes:
1. América Latina: Bush poderá intensificar o "Plano Colômbia" para se tornar um "campeão na luta contra as drogas" e, ao mesmo tempo, concluir o A.L.C.A e, com isso, aumentar o comércio externo do USA. Lembre-se, o A.L.C.A. foi criação do papai Bush.
2. Oriente Médio: Bush irá transferir a embaixada de Tel-Aviv para Jerusalem na "marra". E poderá envolver tropas americanas em West Bank como "força de paz internacional".
Bush é tal qual o novo xerife na cidade, se não mostrar que pode ser bem sucedido onde Clinton falhou ( Colômbia, drogas, Oriente Medio e integração do comércio das américas ) ele poderá levar o partido republicano a uma terrível derrota em 2002 e pavimentar o caminho para a primeira presidenta américa ser eleita em 2004: Hillary Clinton.

Nota: as pressões norte americanas para que o Brasil complete as reformas econômicas, fiscais e previdenciárias serão enormes. Só com uma contabilidade interna estável o Brasil poderá ser um sócio comercial confiável. Como se dará essa pressão? Um dia o Brasil pode acordar e descobrir que Paraguai e Uruguai entram na A.L.C.A. com ajuda de empréstimos americanos...
Charlene Barchefsky, principal negociadora comercial norte-americana da administração Clinton afirmou que o USA desejam que a ALÇA seja lançada antes de 2003. Segundo ela, com a futura administração Bush, os eforços para firmar a ALÇA. Ainda segundo ela, o acordo de comercio bilateral com o Chile será o modelo a ser seguido na América Latina.

O governo de Bush será marcada logo nos seus primeiros dias por uma crise de legitimidade sem precedentes: com a contagem dos votos na Florida posta sob suspeita, os movimentos radicais que se abrigam sob o Partido Democrata farão de tudo para levar essa recontagem adiante e questionar a decisão da suprema corte. Afinal, toda organização que se abriga sob o disfarce do "politicamente correto", aspira verbas do governo para seus programas, verbas que ficarão escassas com Bush ( não se esqueçam do lema do USA: the bussinesses of América is bussiness itself ). Essa onda poderá repercutir no congresso que estará atento para as eleições de 2002. Enfim, o terreno da política interna estará minado para Bush nesses dois primeiros anos.
A única escapatória para Bush ganhar legitimidade e se afirmar como presidente é o campo da política externa do USA. Graças à constituição americana, o presidente é chefe supremo das forças armadas e tem poder de dirigir a política externa do país sem consultas prévias ao congresso.
A indicação que Bush terá na política externa o seu principal foco de atuação nos primeiros anos fica evidente pela escolha do primeiro nome do seu staff: Colin Powel. Ele e o vice presidente Dick Cheney, foram pessoas chaves na administração do seu pai durante a guerra do Golfo e na criação do "A.L.C.A". Esses dois sujeitos são conhecidos como "pesos pesados" em assuntos de política externa, pregam que o USA devem empregar todo o seu poder econômico e militar para fazer valer seus interesses.
Fica a pergunta, onde Bush poderá atuar logo no início do seu mandato? Duas possibilidades se tornam quase evidentes:
1. América Latina: Bush poderá intensificar o "Plano Colômbia" para se tornar um "campeão na luta contra as drogas" e, ao mesmo tempo, concluir o A.L.C.A e, com isso, aumentar o comércio externo do USA. Lembre-se, o A.L.C.A. foi criação do papai Bush.
2. Oriente Médio: Bush irá transferir a embaixada de Tel-Aviv para Jerusalem na "marra". E poderá envolver tropas americanas em West Bank como "força de paz internacional".
Bush é tal qual o novo xerife na cidade, se não mostrar que pode ser bem sucedido onde Clinton falhou ( Colômbia, drogas, Oriente Medio e integração do comércio das américas ) ele poderá levar o partido republicano a uma terrível derrota em 2002 e pavimentar o caminho para a primeira presidenta américa ser eleita em 2004: Hillary Clinton.

Nota: as pressões norte americanas para que o Brasil complete as reformas econômicas, fiscais e previdenciárias serão enormes. Só com uma contabilidade interna estável o Brasil poderá ser um sócio comercial confiável. Como se dará essa pressão? Um dia o Brasil pode acordar e descobrir que Paraguai e Uruguai entram na A.L.C.A. com ajuda de empréstimos americanos...
Charlene Barchefsky, principal negociadora comercial norte-americana da administração Clinton afirmou que o USA desejam que a ALÇA seja lançada antes de 2003. Segundo ela, com a futura administração Bush, os eforços para firmar a ALÇA. Ainda segundo ela, o acordo de comercio bilateral com o Chile será o modelo a ser seguido na América Latina.

O governo de Bush será marcada logo nos seus primeiros dias por uma crise de legitimidade sem precedentes: com a contagem dos votos na Florida posta sob suspeita, os movimentos radicais que se abrigam sob o Partido Democrata farão de tudo para levar essa recontagem adiante e questionar a decisão da suprema corte. Afinal, toda organização que se abriga sob o disfarce do "politicamente correto", aspira verbas do governo para seus programas, verbas que ficarão escassas com Bush ( não se esqueçam do lema do USA: the bussinesses of América is bussiness itself ). Essa onda poderá repercutir no congresso que estará atento para as eleições de 2002. Enfim, o terreno da política interna estará minado para Bush nesses dois primeiros anos.
A única escapatória para Bush ganhar legitimidade e se afirmar como presidente é o campo da política externa do USA. Graças à constituição americana, o presidente é chefe supremo das forças armadas e tem poder de dirigir a política externa do país sem consultas prévias ao congresso.
A indicação que Bush terá na política externa o seu principal foco de atuação nos primeiros anos fica evidente pela escolha do primeiro nome do seu staff: Colin Powel. Ele e o vice presidente Dick Cheney, foram pessoas chaves na administração do seu pai durante a guerra do Golfo e na criação do "A.L.C.A". Esses dois sujeitos são conhecidos como "pesos pesados" em assuntos de política externa, pregam que o USA devem empregar todo o seu poder econômico e militar para fazer valer seus interesses.
Fica a pergunta, onde Bush poderá atuar logo no início do seu mandato? Duas possibilidades se tornam quase evidentes:
1. América Latina: Bush poderá intensificar o "Plano Colômbia" para se tornar um "campeão na luta contra as drogas" e, ao mesmo tempo, concluir o A.L.C.A e, com isso, aumentar o comércio externo do USA. Lembre-se, o A.L.C.A. foi criação do papai Bush.
2. Oriente Médio: Bush irá transferir a embaixada de Tel-Aviv para Jerusalem na "marra". E poderá envolver tropas americanas em West Bank como "força de paz internacional".
Bush é tal qual o novo xerife na cidade, se não mostrar que pode ser bem sucedido onde Clinton falhou ( Colômbia, drogas, Oriente Medio e integração do comércio das américas ) ele poderá levar o partido republicano a uma terrível derrota em 2002 e pavimentar o caminho para a primeira presidenta américa ser eleita em 2004: Hillary Clinton.

Nota: as pressões norte americanas para que o Brasil complete as reformas econômicas, fiscais e previdenciárias serão enormes. Só com uma contabilidade interna estável o Brasil poderá ser um sócio comercial confiável. Como se dará essa pressão? Um dia o Brasil pode acordar e descobrir que Paraguai e Uruguai entram na A.L.C.A. com ajuda de empréstimos americanos...